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8/3/2010
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Zoonoses visitou 790 casas no sábado
Ao todo, foram visitadas 790 casas e os agentes recolheram 923 criadouros. Uma outra equipe realizou aplicação de inseticidas em um dos raios de trabalho, na Vila Carvalho. Esta ação esteve em 104 casas durante o sábado. Uma exposição também foi promovida para chamar a atenção dos sorocabanos. A atividade foi realizada das 9h às 16h, em um posto de combustíveis localizado na Praça Edmundo Vale, na Vila Carvalho. Inicialmente, a atividade também seria levada a uma praça no bairro Santa Terezinha, no período da tarde, mas como a previsão meteorológica indicada possibilidade de chuva, a exposição ficou no posto de combustíveis o dia todo. O chefe da Seção de Zoonoses, Leandro Arruda, avaliou que o trabalho foi muito produtivo, mas lembrou que é só uma parte da prevenção. "Fazemos o que cabe ao poder público, mas é sabido que o combate à dengue só é eficiente quando ocorre uma mobilização dos munícipes. É preciso que cada pessoa transforme os cuidados indicados em hábitos e definitivamente elimine qualquer objeto que possa acumular água", explicou. Na segunda-feira (08), os agentes retornarão aos bairros Vila Santana, Vila Carvalho, Vitória Régia, Santa Terezinha, Jardim Marly e Jardim Maria Antônia Prado, para dar cotinuidade às ações de bloqueio. Sem água, larvas e mosquitos Um mosquito inflável gigante fez parte do evento educativo e atraiu a atenção de crianças e adultos. Muitos se aproximaram para esclarecer dúvidas e ver o mosquito de verdade em suas várias fases de desenvolvimento, desde o ovo, até as larvas e a forma adulta, com asas. "Algumas pessoas associam a dengue ao mosquito e se não o encontram em casa, acham que estão seguras. Mas quando mostramos as larvas, reconhecem logo e dizem que elas podem ser encontradas dentro de suas residências", comprovou a educadora de Saúde Pública da Zoonoses, Nila Púglia. Ela explica que as larvas são os filhotes do mosquito transmissor da dengue. Se não forem eliminadas, em alguns dias se transformam em mosquitos que, ao picar uma pessoa doente, passam a infectar todas as outras pessoas picadas com o vírus da doença. "As pessoas precisam compreender que não deve manter água parada, larvas e mosquitos em casa. É preciso tomar uma atitude para que a Sorocaba não tenha uma situação grave e uma epidemia, como vem ocorrendo em várias cidades", enfatizou Nila. |
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